A consulta de psicologia é um espaço seguro e confidencial onde um psicólogo o acompanha na compreensão dos seus pensamentos, emoções e comportamentos.

Na Clínica Medilav®, em Matosinhos, encontra apoio psicológico para lidar com a ansiedade, a depressão, o stress, os lutos e outras dificuldades da vida com ou sem crise.

Consulta de Psicologia em Matosinhos

Em que consiste fazer psicoterapia?

A psicoterapia é um conjunto de métodos e técnicas, apoiados em evidência científica, que visam reduzir o sofrimento psicológico, promover o bem-estar emocional e apoiar mudanças em pensamentos, emoções e comportamentos. Desenvolve-se através de conversas estruturadas com um profissional qualificado, que ajudam a explorar dificuldades, a compreender o que as mantém e a construir novas formas de lidar com elas.

É importante saber que não é necessário ter um diagnóstico clínico para beneficiar de um processo terapêutico e que a psicoterapia não é uma solução imediata, mas um processo gradual que requer tempo, envolvimento e colaboração.

Que dificuldades trata a consulta de psicologia?

A consulta de psicologia da Medilav® acompanha um vasto conjunto de dificuldades emocionais, comportamentais e relacionais, entre as quais:

Emoções e humor

  • Ansiedade e preocupação excessiva
  • Tristeza, desânimo e sintomas depressivos
  • Stress e esgotamento (burnout)
  • Gestão da raiva e da frustação

Vida e relações

  • Lutos, perdas e separações
  • Dificuldades nos relacionamentos
  • Fases de mudança e adaptação
  • Autoestima e autoconhecimento

Comportamento

  • Dificuldades de sono associadas a stress e ansiedade
  • Comportamentos que causam sofrimento
  • Dificuldades de concentração e motivação

Bem-estar

  • Desenvolvimento pessoal
  • Gestão do stress do dia a dia
  • Maior autonomia e equilíbrio emocional

Dra. Alexandra Nunes

Sobre a Dra. Alexandra Nunes

Alexandra Mota Nunes é Psicóloga Clínica, membro efetivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses, com a Cédula Profissional n.º 16409. É licenciada e mestre em Psicologia pela Universidade Lusíada do Porto e possui uma Pós-graduação em Terapias Cognitivo-Comportamentais pelo Instituto CRIAP.

Tem desenvolvido atividade profissional em diferentes áreas da Psicologia, nomeadamente na consulta e acompanhamento psicológico de crianças, adolescentes e adultos, na avaliação psicológica e na orientação vocacional. O seu percurso inclui experiência em contextos clínicos, escolares e comunitários, acompanhando diferentes fases do desenvolvimento e diferentes necessidades ao longo da vida.

Na área da avaliação psicológica, possui experiência na avaliação de condutores e candidatos a condutor, bem como de vigilantes, e em outros contextos de avaliação psicológica. Na intervenção psicológica, acompanha crianças, adolescentes e adultos, considerando as características e necessidades de cada pessoa e, sempre que adequado, os diferentes contextos em que se insere, nomeadamente a família, a escola e o contexto profissional.

A sua formação profissional tem sido complementada por formação contínua em diferentes áreas da Psicologia, procurando manter uma atualização permanente dos conhecimentos e das práticas de intervenção.

Acredita numa abordagem individualizada, que valoriza cada pessoa na sua globalidade, considerando não apenas as dificuldades que podem motivar a procura de ajuda, mas também os seus recursos, características e potencialidades. A Psicologia pode constituir um espaço de autoconhecimento e desenvolvimento, contribuindo para reconhecer e potenciar capacidades, desenvolver competências, apoiar decisões e explorar novas possibilidades a nível pessoal, académico e profissional.

A sua prática profissional inclui particularmente:

  • Consulta e acompanhamento psicológico de crianças, adolescentes e adultos;
  • Avaliação psicológica;
  • Avaliação psicológica de condutores e candidatos a condutor;
  • Avaliação psicológica de vigilantes;
  • Orientação vocacional;
  • Intervenção psicológica nas diferentes fases do desenvolvimento, tendo em conta as necessidades emocionais, comportamentais, relacionais, escolares e profissionais de cada pessoa;
  • Autoconhecimento, desenvolvimento de competências e apoio na tomada de decisões pessoais, académicas e profissionais.
Dr. Luís Cunha

Sobre o Dr. Luís Cunha

Psicólogo Clínico (OPP 25513), com experiência na intervenção em diferentes áreas, nomeadamente ansiedade, depressão, perturbação obsessivo-compulsiva, gestão emocional, autoestima, dificuldades relacionais, desenvolvimento pessoal, burnout e terapia de casal, entre outras problemáticas.

A sua prática clínica assenta numa abordagem Cognitivo-Comportamental e Integrativa, adaptada às necessidades, características e objetivos de cada pessoa, privilegiando uma intervenção estruturada e baseada na evidência científica.

A abordagem Cognitivo-Comportamental constitui um tratamento de primeira linha para diversas perturbações e problemáticas de saúde mental, sustentado por uma ampla evidência científica.

Quando devo procurar um psicólogo?

Ansiedade, tristeza ou stress que se prolongam no tempo

Dificuldade em lidar com um luto, uma separação ou uma mudança

Sensação de estar "em baixo", desmotivado ou sobrecarregado

Conflitos frequentes nas relações pessoais ou profissionais

Vontade de se compreender melhor e de crescer pessoalmente

Não precisa de estar em crise para começar. A psicoterapia serve tanto para quem atravessa um momento difícil como para quem quer compreender-se melhor, gerir o stress ou desenvolver-se pessoalmente.

Procurar ajuda cedo é um sinal de cuidado consigo.

Principais abordagens em psicoterapia

Existem diferentes modelos de psicoterapia, cada um com as suas técnicas. O psicólogo escolhe a abordagem mais adequada a cada pessoa e a cada situação. Entre as mais conhecidas:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

foca a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos, ajudando a identificar e a mudar padrões negativos. É muito usada na ansiedade, na depressão, no pânico e nas fobias.

Terapias focadas nas emoções

trabalham a identificação, a compreensão e a regulação das emoções.

Abordagens psicodinâmicas

exploram as causas mais profundas do sofrimento e a forma como a história de vida influencia o presente.

Terapia de aceitação e mindfulness

desenvolvem a atenção plena e a aceitação, no apoio à gestão do stress e das emoções difíceis.

Consulta de Psicologia em Matosinhos

Consulta de Psicologia Infantil e Juvenil

Crianças e adolescentes nem sempre conseguem explicar por palavras aquilo que sentem. Muitas vezes, o mal-estar aparece de outra forma: birras frequentes, queixas físicas sem causa aparente, dificuldades na escola ou mudanças no comportamento. A consulta de psicologia infanto-juvenil dá espaço a essa linguagem própria de cada idade e ajuda a criança, o jovem e a família a compreender o que está a acontecer.

O acompanhamento é sempre adaptado à fase de desenvolvimento. Com os mais novos, o jogo, o desenho e a expressão criativa são as principais ferramentas de trabalho; com os adolescentes, ganham peso a conversa e a exploração das suas próprias questões.

Que dificuldades podem ser acompanhadas?

A Organização Mundial de Saúde reconhece a sua utilidade num conjunto alargado de condições. Entre as indicações mais frequentes estão:

Ansiedade

medo de testes e avaliações, dificuldade em lidar com situações novas, separações ou mudanças de rotina

Alterações de comportamento

oposição, irritabilidade, impulsividade ou agressividade em casa ou na escola

Medos e insegurança

evitamento persistente de determinadas situações, dependência excessiva dos adultos, sinais de baixa autoestima

Atenção e concentração

dificuldade em manter o foco, agitação, desorganização nas tarefas e no estudo

Dificuldades de aprendizagem

na leitura, na escrita, na memorização ou no raciocínio numérico

Relação com os outros

socialização com os pares, integração no grupo, gestão emocional e resolução de conflitos

Acontecimentos de vida difíceis

luto, separação dos pais, doença na família, bullying, mudança de escola ou outras transições que causem sofrimento.

Quando procurar apoio para o meu filho?

Não é preciso esperar por uma situação grave para pedir ajuda. Alguns sinais de que pode ser o momento de marcar consulta:

Uma avaliação psicológica ajuda a compreender o que está por detrás das dificuldades e a distinguir aquilo que faz parte do desenvolvimento normal daquilo que beneficia de acompanhamento.

Como decorre o acompanhamento

O processo começa habitualmente com uma ou mais sessões com os pais ou cuidadores, para recolher a história de desenvolvimento da criança e compreender a preocupação que motivou o pedido. Seguem-se sessões com a criança ou o adolescente, com recurso ao jogo, ao desenho, à conversa e, quando indicado, a instrumentos de avaliação psicológica.

A partir daí é definido um plano de intervenção com objetivos concretos, que pode incluir sessões individuais, momentos de orientação parental e, sempre que se justifique e com autorização da família, articulação com a escola ou com outros profissionais de saúde.

O envolvimento dos pais é parte essencial do processo: é no dia a dia, em casa e na escola, que as mudanças se consolidam.

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Perguntas frequentes

Como saber se preciso de um psicólogo?

Pode fazer sentido procurar um psicólogo quando determinadas emoções, pensamentos ou comportamentos começam a causar sofrimento, a repetir-se ou a interferir com o trabalho, relações, sono ou bem-estar. Não é necessário esperar por uma crise para pedir apoio. A psicologia também pode ajudar a compreender melhor padrões pessoais, lidar com mudanças ou desenvolver estratégias para situações difíceis.
A ansiedade pode manifestar-se através de preocupação excessiva, sensação de medo ou tensão, dificuldade em relaxar, pensamentos acelerados, problemas de concentração ou alterações no sono. Também pode provocar sintomas físicos, como palpitações, suor, tonturas ou tensão muscular. Ter alguns destes sintomas não significa necessariamente ter uma perturbação de ansiedade; uma avaliação profissional permite compreender melhor o que está a acontecer.
Pensar repetidamente sobre problemas, conversas ou cenários futuros pode tornar-se desgastante. Pode ajudar identificar os pensamentos que mais se repetem, escrevê-los, distinguir aquilo que pode controlar daquilo que não pode e direcionar a atenção para atividades concretas no presente. Quando este padrão é frequente e difícil de interromper, a psicoterapia pode ajudar a compreender o que o mantém e a desenvolver novas formas de lidar com os pensamentos.
Nem sempre é fácil identificar imediatamente a origem da ansiedade. Pode estar relacionada com stress acumulado, preocupações, mudanças na vida, experiências passadas ou vários fatores em simultâneo. O corpo também pode manter-se num estado de alerta mesmo quando não existe um perigo evidente. Se esta sensação for frequente ou intensa, procurar apoio pode ajudar a perceber os fatores que estão por detrás dela.
Alguns sinais associados ao burnout incluem cansaço persistente, perda de motivação, sensação de esgotamento, maior irritabilidade, distanciamento do trabalho, dificuldade em ser produtivo e sentimento de menor realização profissional. Estes sinais também podem surgir noutras situações, pelo que não devem ser usados isoladamente para fazer um diagnóstico. Uma avaliação profissional pode ajudar a perceber o que está a acontecer.
O cansaço mental pode estar relacionado com stress prolongado, excesso de responsabilidades, preocupação constante, dificuldades de sono ou períodos emocionalmente exigentes. Quando existe durante muito tempo ou começa a afetar o quotidiano, é importante perceber a sua origem. O acompanhamento psicológico pode ajudar a identificar fontes de sobrecarga e a encontrar estratégias mais adequadas para lidar com elas.
Melhorar a autoestima passa, muitas vezes, por reconhecer pensamentos excessivamente críticos sobre si próprio, questioná-los e desenvolver uma visão mais equilibrada das suas capacidades e limitações. Estabelecer limites, aprender a dizer não e enfrentar gradualmente situações que costuma evitar também pode ajudar. Quando a baixa autoestima afeta de forma significativa a vida pessoal ou emocional, a psicoterapia pode ser útil.
O fim de uma relação representa uma perda e pode trazer tristeza, raiva, culpa, confusão ou dificuldade em adaptar-se à nova realidade. Não existe um tempo certo para ultrapassar uma separação. Manter apoio social, cuidar das rotinas e permitir espaço para processar o que aconteceu pode ajudar. Quando o sofrimento se mantém muito intenso ou interfere significativamente com o dia a dia, pode ser importante procurar apoio psicológico.
O psicólogo é um profissional especializado em Psicologia e utiliza métodos de avaliação e intervenção psicológica, incluindo psicoterapia, mas não prescreve medicamentos. O psiquiatra é um médico especializado em Psiquiatria e pode diagnosticar condições médicas e prescrever medicação. Dependendo da situação, os dois profissionais podem trabalhar de forma complementar.
A primeira consulta serve sobretudo para conhecer a pessoa, compreender o motivo que a levou a procurar apoio e explorar as dificuldades, necessidades e objetivos que apresenta. O psicólogo poderá fazer perguntas sobre diferentes áreas da vida para compreender melhor a situação e explicar como poderá decorrer o acompanhamento. É também uma oportunidade para esclarecer dúvidas e perceber se existe uma relação de confiança e conforto com o profissional.
Não existe uma idade mínima. Nos primeiros anos, a intervenção passa sobretudo pela observação da criança e pelo trabalho com os pais; a partir da idade escolar, o trabalho direto com a criança ganha mais espaço. Na adolescência, o jovem assume um papel mais ativo na definição dos seus próprios objetivos.
De forma simples e adequada à idade. Explicar que vai conhecer alguém com quem pode falar e brincar, e que ajuda crianças e jovens quando alguma coisa os preocupa, reduz a ansiedade e facilita a relação com o psicólogo. Levar a criança sem aviso, ou apresentar a consulta como um castigo, tende a dificultar o processo.
Depende da idade e do motivo da consulta. Existem sempre momentos de conversa com os pais, para orientar e alinhar estratégias, mas aquilo que a criança ou o adolescente partilha em sessão é confidencial. O psicólogo devolve à família o que é necessário para apoiar o processo, sem quebrar a confiança construída, exceto em situações de risco para a segurança do jovem.
Varia com a idade, com o tipo de dificuldade e com o momento em que se procura ajuda. Algumas situações resolvem-se em poucos meses, outras exigem um acompanhamento mais prolongado. As sessões têm habitualmente frequência semanal ou quinzenal e vão sendo espaçadas à medida que se observam melhorias.
Não. Procurar apoio psicológico não implica um diagnóstico. Muitas vezes trata-se apenas de ajudar a criança ou o jovem a lidar melhor com uma fase, a desenvolver competências emocionais ou a atravessar uma mudança familiar. Procurar ajuda cedo evita que as dificuldades se instalem.